Nova biografia de Mick Jagger detalha casos com David Bowie e Carla Bruni

Autor especializado em livros não-autorizados sobre famosos afirma que os dois roqueiros de fato levaram amizade para a cama; cantora francesa teria sido pivô do divórcio de Jagger

iG São Paulo com EFE |

Uma nova biografia sobre Mick Jagger escrita por Christopher Andersen revela as supostas relações sexuais que o líder dos Rolling Stones teve no passado com outro ícone da música, David Bowie, e com a ex-modelo Carla Bruni, informou nesta segunda-feira (10) o jornal "New York Daily News".

Siga o iG Cultura no Twitter

O diário nova-iorquino publicou hoje um trecho de "Mick: The Wild Life and Mad Genius of Jagger" (Mick, a vida selvagem e o gênio maluco de Jagger, na tradução), escrito pelo mesmo autor de outras polêmicas biografias de famosos, como as de Madonna, Michael Jackson, Jacqueline Kennedy e da princesa Diana. Segundo trechos do livro publicado pelo Daily News, "Mick Jagger e David Bowie estavam fascinados um pelo outro, como artistas e como homens. Jagger era quatro anos mais velho que Bowie, e Bowie era a nova estrela em alta".

As duas estrelas teriam se conhecido em 1973, na época em que Bowie triunfava com seu personagem Ziggy, vestindo malhas e usando maquiagem dourada, e era casado com Mary Angela Barnett, conhecida como Angie Bowie. Jagger, que convidou o casal para um show, com hotel e champanhe incluídos, "era ainda tímido sobre suas preferências sexuais, mas Bowie não escondia que ele e sua mulher eram bissexuais e compartilhavam namorados", diz o jornal.

Getty Images
Mick Jagger em show de 1973: cantor teria "praticamente vivido junto" com Bowie

"Bowie e Jagger eram vistos juntos sem suas mulheres: em um combate de boxe entre Muhammad Ali e Ken Norton, saindo da discoteca Tramp de Londres, dos shows de Diana Ross ou juntos no sofá de um hotel", diz o livro. Além disso, Bowie teria levado "Mick a ver filmes gay".

Leia também:  Rolling Stones voltarão a se reunir em exposição em Londres

O livro narra um episódio em 1973, quando a empregada dos Bowie disse a Angie que havia "alguém em sua cama". "Angie subiu as escadas, abriu a porta do quarto lentamente e viu Mick Jagger e David Bowie, nus e juntos na cama".

O livro conta que não houve nenhuma cena de ciúmes entre os Bowie e que "Mick ficou em silêncio". Embora Angie tenha ficado triste, algum tempo depois ela brincou sobre a cena e afirmou que eles "estavam escrevendo (a canção) 'Angie' quando foram apanhados juntos na cama".

A própria Angie Bowie teria sido alvo de investidas de Mick, porém sem sucesso, enquanto sua "ex-amante Marianne Faithfull não teve dificuldades em manter uma relação com Bowie em 1973, justo quando parecia que a relação entre ambos (os homens) estava mais intensa".

Há ainda o depoimento da cantora Ava Cherry, que dividiu a cama com os dois músicos e garantiu que os "viu fazendo sexo". Segundo ela, os dois também tinham uma relação emocional e que "praticamente viveram juntos vários meses".

50 anos de Rolling Stones em 50 imagens

Getty Images
Carla Bruni nos anos 1990: entre Jagger e Clapton

Na biografia fala-se também de outras relações de Mick Jagger, hoje com 68 anos, como a ele que teve nos anos 1990 com a então modelo Carla Bruni, que na época tinha 23 anos e era amiga de Eric Clapton. Clapton, segundo o livro, teria pedido a Jagger – que já tinha tentado sair com a ex-mulher do guitarrista, Pattie Boyd Harrison Clapton – que se mantivesse longe de Bruni.

"Por favor, Mick, com essa não. Acho que estou apaixonado", apelou Clapton a Jagger, o que aparentemente não teve efeito no líder dos Rolling Stones, casado então com a modelo Jerry Hall, pois poucos dias depois ele e Bruni começaram o que Clapton chamou de "uma aventura clandestina". A mulher que anos mais tarde seria a primeira-dama da França por se casar com Nicolas Sarkozy também "tinha tido uma aventura com o príncipe Dimitri da Iugoslávia e passeava com Donald Trump em Nova York".

Leia também: David Bowie, afastado dos holofotes

Outra revelação da biografia é que, depois de ser pai de uma menina em janeiro de 1992, Jagger fez uma viagem de férias com Bruni à Tailândia, e teria mantido com ela uma relação intermitente de vários anos, que foi a causa, em parte, do divórcio com a texana Jerry Hall.

O livro também revela que Jagger, na década de 1990, teria perseguido durante dois anos, sem sucesso, Angelina Jolie, na época casada com Johnny Lee Miller. A mãe da atriz, conforme a biografia, apoiou as investidas de Jagger.

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG