Edição 2014 da Bienal de São Paulo vai dsicutir conflito e coletividade

Por iG São Paulo |

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Mostra será aberta ao público em 6 de setembro; cerca de 25% dos artistas serão brasileiros

Conflito e coletividade. O equilíbrio entre essas duas situações é o que norteia o trabalho dos curadores da 31ª Bienal de São Paulo, que será realizada a partir de 6 de setembro em pavilhão no parque Ibirapuera.

Divulgação
Obra de Edward Krasinski que estará na Bienal de SP

A equipe curatorial do evento, formada por Charles Esche, Galit Eilat, Nuria Enguita Mayo, Pablo Lafuente e Oren Sagiv (além dos curadores associados Benjamin Seroussi e Luiza Proença), divulgou parte da programação em entrevista nesta terça (25). Cerca de 25% dos artistas que estarão na Bienal serão brasileiros.

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O mote da Bienal 2014 é "coisas que não existem". "O título é um chamado poético às promessas da arte, e propõe maneiras variadas de abordar essas coisas: como falar sobre elas, como aprender com elas, como viver com elas, como lutar contra elas…", dizem os curadores.

A mostra terá obras de artistas como Juan Downey, Romy Pocztaruk, Danica Dakić, Armando Queiroz, Virginia de Medeiros, Nurit Sharett, Val del Omar, Yael Bartana, Tunga, Lia Rodrigues, Sheela Gowda, Edward Krasinski, Asger Jorn, Jo Baer, Walid Raad, Ana Lira, Halil Altindere, Yochai Avraham, Ruane Abou-Rahme, Basel Abbas, Ines Doujak, John Barker, Leigh Orpaz, Bruno Pacheco. Outros artistas serão anunciados.

"A proposta central por trás da ideia de coisas que não existem é que projetos artísticos podem desencadear atos de imaginação e transformação mental capazes, por sua vez, de provocar uma virada no curso dos acontecimentos", afirmam os curadores. Os recentes protestos ocorridos em diversas cidades do mundo provocaram reflexos em trabalhos que serão expostos na mostra.

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