Presidente da empresa, George Buck, nega estar usando método irregular de afundamento do óleo no mar

Presidente da Chevron Brasil, George Buck, diz que empresa não usou reia para afundar petróleo
AE
Presidente da Chevron Brasil, George Buck, diz que empresa não usou reia para afundar petróleo
A Chevron anunciou nesta tarde que a estimativa de vazamento do Campo de Frade é de 2.400 barris de petróleo. A afirmação foi feita pelo presidente da empresa no Brasil, George Buck, em entrevista na sede da empresa no Rio de Janeiro.

“O volume estimado é de 2.400 barris de petróleo. Essa estimativa foi verificada pelos melhores experts da Chevron e também da Oil Spill Response, empresa especializada nesse tipo de atividade”, afirmou Buck. Segundo ele, a empresa “assume a total responsabilidade pelo vazamento”.

O presidente da Chevron Brasil contestou as afirmações da Polícia Federal e do governo do Estado de que a empresa estaria usando areia para afundar o petróleo, em vez de recolhê-lo. “Não usamos areia nem qualquer outro dispersor de petróleo, apenas os métodos aprovados pelo Ibama, de recolhimento e barreiras de contenção”.

Buck também disse que, do seu conhecimento, todos os funcionários estrangeiros da plataforma trabalham regularmente no País.

Situação do vazamento
Ele afirmou que, do momento em que a Chevron identificou o vazamento até a interrupção do fluxo, foram quatro dias. De acordo com Buck, o que se vê ainda hoje é “óleo residual”. Buck disse que hoje o vazamento é de menos de 20 barris por dia.

“Qualquer óleo na superfície é inaceitável para a Chevron, e faremos todo o possível para resolver este problema”, afirmou Buck.

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O presidente da empresa afirmou que há dois outros poços em funcionamento no mesmo reservatório e até agora não foi observado nenhum problema. Buck disse, ainda, que a Chevron está respondendo ao vazamento dentro das leis brasileiras.

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