Emissões de dióxido de carbono por desmatamento da Amazônia caem 16%

Levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais mostra queda entre agosto de 2011 e julho de 2012 em relação ao período anterior

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As emissões de dióxido de carbono resultantes do desmatamento da Amazôni caíram 16 por cento no período entre agosto de 2011 e julho de 2012 em relação ao período anterior, informou o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta sexta-feira (21).

No período, em que o desmatamento da floresta resultou na emissão de 352 milhões de toneladas de dióxido de carbono, um dos gases causadores do efeito estufa, também foi registrado o menor índice de perda florestal desde do início das medições em 1988: 4.665 quilômetros quadrados.

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Ainda de acordo com o sistema de estimativa de emissões do instituto, o Inpe-EM, houve queda de 64 por cento nas emissões de dióxido de carbono na comparação com o períiodo entre agosto de 2003 e julho de 2004, quando foram desmatados quase 28 mil quilômetros quadrados de floresta amazônica.

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O Inpe informou que a estimativa de emissões para o período 2011/12 pode sofrer um ajuste posteriormente, assim que forem anunciados os dados consolidados do sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal), que mede o desmatamento da Amazônia no período apontado por especialistas como ano-calendário do desmatamento, de agosto de um ano a julho do ano seguinte.

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