Mulher é presa acusada de esquartejar corpo de executivo da Yoki

Imagens de vídeo revelam saída de Elize Matsunaga do local do crime com saco nas mãos

iG São Paulo | - Atualizada às

Futurapress
Corpo de Marcos Kitano Matsunaga foi esquartejado. Mulher é suspeita de crime

Acusada de esquartejar o corpo do marido, Elize Matsunaga foi presa na noite de segunda-feira em São Paulo. Ela é a principal suspeita de ter planejado o assassinato de Marcos Kitano Matsunaga, de 42 anos, diretor executivo da Yoki, uma das principais empresas de alimentação do País. Ele teve partes do corpo espalhadas em Cotia, na Grande São Paulo. 

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A prisão temporária de Elize foi decretada na noite de segunda-feira pela Justiça. Imagens de vídeo mostram Matsunaga entrando em um prédio e ela entrando na sequência. Depois, Elize sai do local com sacos nas mãos. Ele não é mais visto.

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O executivo estava desaparecido desde o dia 20 de maio. A polícia suspeita de crime passional. O enterro acontece nesta terça-feira, às 14h, no Cemitério São Paulo, na zona oeste da capital. Matsunaga deixa duas filhas, uma do primeiro casamento e outra com Elize. Ele era neto do fundador Yoshizo Kitano.

AE
Vista do condomínio Roma, na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo, residência de Marcos Kitano Matsunaga

Yoki

A Yoki, que possui 180 produtos no portfólio, foi comprada pela General Mills por R$ 1,75 bilhão . A dona da Häagen-Dazs também assumiu uma dívida de R$ 200 milhões da empresa.

A Yoki era uma empresa totalmente de capital nacional antes do negócio. A companhia entrou no mercado há 18 anos, como uma empacotadora de grãos, que sucedia a marca Kitano. Atualmente, tem participação relevante no mercado de itens como pipoca, farofa, batata palha, snaks, é dona das marcas Kitano, Torí, Yokitos, Lin Tea e Mais Vita. Sediada em São Paulo, a Yoki emprega mais de 5 mil pessoas e registrou vendas de R$ 1,1 bilhão em 2011.

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