Bope e Batalhão de Choque vão entrar em prontidão em caso de greve no Rio
Ação está prevista para começar à meia-noite mas pode ser antecipada. Assembleia que pode decidir greve já começou
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O Bope e o Choque são considerados reserva técnica do comando-geral da corporação. O Choque conta com aproximadamente mil homens e é treinado para o controle de distúrbios civis e ações táticas; o Bope tem 400 militares.
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São integrantes do Choque que estão fazendo a segurança externa da Alerj (Assembleia Legislativa) desde terça-feira (7). Um carro do batalhão está à frente da Casa onde nesta quinta-feira os deputados estaduais aprovaram a proposta substitutiva do governo para o reajuste da PM, da Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap).
No sistema de prontidão, os policiais que estiverem de serviço não podem deixar a unidade, ficando no quartel para eventual necessidade de emprego imediato. A unidade conta com o Grupamento Tático de Motociclistas.
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Segundo o plano de contingência do comando da PM, o Choque e o Bope devem ser as únicas unidades a entrar de prontidão, embora o governo tenha determinado a prorrogação do horário de todas os batalhões operacionais.
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Esses policiais podem ser empregados para atuar em áreas de batalhões onde haja maior adesão à greve.
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Nesta semana, o comando geral da PM determinou aos comandantes de unidades que fizessem discursos à tropa na Ordem do Dia com o objetivo de demover os praças de fazer greve. O principal argumento usado é o de que na atual gestão houve mais progresso e aumento do que nas anteriores e que é impossível atender a todas as reivindicações.