Lidiane Biezok fez agressões verbais e físicas de cunho racista, transfóbicos e homofóbicos em uma padaria na Pompéia
reprodução / Twitter
Lidiane Biezok fez agressões verbais e físicas de cunho racista, transfóbicos e homofóbicos em uma padaria na Pompéia

O Ministério Público (MP-SP) denunciou nesta segunda-feira (30), Lidiane Brandão Biezok à justiça pelos crimes de injúria racial, lesão corporal e homofobia cometidos contra clientes e funcionários de uma padaria na zona oeste de São Paulo.

A mulher flagrada no vídeo foi presa em flagrante no dia 20 de novembro, mas teve a prisão convertida para domiciliar após sua defesa alegar que ela sofre de bipolaridade e depressão.

Nas imagens filmadas por clientes da padaria, Lidiane Biezok aparece humilhando funcionários, jogando papéis sobre uma atendente, dizendo que ela "servia para limpar os restos". Após isso, a discussão aumentou, e a acusada agrediu um jovem de 24 anos e chegou a quebrar uma televisão do local.

Confira o registro:


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Nas filmagens, Lidiane diz ser "advogada internacional", contudo, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), informou que ela não tem registro para exercer a profissão.

Existem dois processos, de 2005 e 2007, que já foram arquivados pela justiça, em que ela foi acusada de calúnia, injúria, difamação e lesão corporal.

Nesse caso, após a denúncia ter sido feita, cabe a juíza Carla de Oliveira Pinto Ferrari, da 20ª Vara Criminal, aceitar ou rejeitar a acusação. Caso aceite a denúncia do Ministério Público, Lidiane se tornará ré no processo.

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