Neste domingo (4), o candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou aos seus apoiadores que impeçam que as mentiras criadas por bolsonaristas “corram no WhatsApp”. A declaração ocorreu no momento em que o petista comentava sobre religião em um evento no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo (SP).
Liderando as pesquisas, o ex-presidente virou alvo de fake news. Marcos Feliciano, por exemplo, disse que o PT fechará igrejas, caso retorne ao poder. Porém, o partido desmentiu o pastor e ressaltou que foi o governo Lula que sancionou o decreto de liberdade religiosa.
O candidato à Presidência realizou acenos aos eleitores evangélicos. “O Estado precisa tratar todas as religiões com respeito. E foi no meu governo, em 2003, que nós fizemos a lei da liberdade religiosa”, discursou.
Ele também relembrou que seu governo criou o Dia Nacional da Marcha para Jesus e da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) sancionou o “Dia Nacional da Proclamação do Evangelho”.
Na sequência, Lula pediu aos apoiadores para não permitirem que as fake news circulem nas redes sociais. “Vocês precisam aproveitar o telefone de vocês, o zap de vocês, tudo o que vocês puderem falar, para não deixar que a mentira corra”, pontuou. “É importante que a gente não permita que a fábrica de mentiras faça o que fez quando o Haddad foi candidato em 2018”.
O petista tenta impedir que Bolsonaro cresça entre o público evangélico. Seu principal objetivo é vencer a eleição já no primeiro turno.
Entre no canal do Último Segundo no Telegram
e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo. Siga também o perfil geral do Portal iG.