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Segundo o texto da condenação, o aluguel da residência parou de ser pago em 2015, mas o senador só deixou o local em 2016

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Edilson Rodrigues/Agência Senado - 25.8.16
Boletos da residência deixaram de ser pagos ainda em 2015, um ano antes do senador sair do local

O senador Romário (Podemos-RJ) foi condenado em primeira instância pela 7ª Vara Cível de Brasília ao pagamento de R$ 408.799,47 referentes a uma dívida do aluguel de uma mansão em Brasília. Além do valor, o político também foi condenado a demolir, em um prazo de 30 dias, um píer e um campo de futebol construídos de forma irregular na área do imóvel alugado.

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Romário morou no imóvel à beira do Lago Paranoá por quatro anos, entre 2012 e 2016. O valor inicial do aluguel era de R$ 26 mil, mas houve reajuste para R$ 35 mil, em julho de 2015.

Após o aumento, apenas dois aluguéis foram pagos. Os boletos deixaram de ser quitados em 2015, no entanto, foi em setembro de 2016 que ele deixou o imóvel. A ação foi tomada pela Fashion Park Empreendimentos Imobiliários, em 2016, contra o ex-jogador de futebol e os fiadores Silvio Antônio Ferreira e Temístocles Grossi.

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