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O Ministério Público do Rio de Janeiro entendeu que, como Flavio Bolsonaro era deputado estadual à época, a ação teria de ser julgado por Órgão Especial e não na primeira instância.

Queiroz e Flávio Bolsonaro arrow-options
Reprodução
Ex-assessor de Flávio Bolsonaro se sente abandonado por parlamentares que ajudou a eleger

Após pedido do senador Flavio Bolsonaro (PSL), o  Ministério Público do Rio (MPR) concedeu parecer favorável que pode anular decisões do juiz Flávio Itabaiana sobre o polêmico Caso Queiroz. 

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O filho "01" do presidente Jair Bolsonaro busca anular atuação do juízo da 27ª Vara Criminal, que permitiu a quebra dos sigilos bancário e fiscal do parlamentar e de mais 94 pessoas físicas e jurídicas.

Segundo a coluna Informe do Dia , o Ministério Público entendeu que, como Flavio era deputado estadual à época, a ação teria de ser  julgado por Órgão Especial e não na primeira instância. 

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Tudo começou quando, um relatório do Coaf, que apontava uma movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta bancária de Queiroz, veio à tona. No período, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017 Queiroz era motorista de Flávio. 

Ainda segundo o relatório, um cheque de R$ 24 mil saiu da conta de Queiroz  à primeira-dama Michelle Bolsonaro.