Tamanho do texto

Presidente participará no país asiático da reunião do G-20, marcada para a próxima sexta; os encontros foram confirmados pela Secom nesta quarta

Bolsonaro e Trump
Alan Santos/PR
Bolsonaro deve ter encontro bilateral com Trump no Japão durante a viagem que fez em razão da reunião do G-20

O presidente Jair Bolsonaro terá reuniões bilaterais no Japão com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e da França, Emmanuel Macron. Os encontros foram confirmados nesta quarta-feira pela Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência. Bolsonaro embarcou na noite de terça-feira rumo à cidade de Osaka, onde, na sexta e no sábado, acontece a reunião do G-20 .

Leia também: Bolsonaro vira meme após 'se comparar' à rainha da Inglaterra; veja os melhores

As duas reuniões foram marcadas para a tarde de sexta-feira, no horário de Osaka (12 horas à frente de Brasília). O encontro com o francês deve ocorrer às 14h25. Já a conversa de Bolsonaro com Trump está agendada para as 15h15. Cada reunião deve durar entre 20 e 40 minutos.

Além das sessões da cúpula do G-20, a agenda do presidente prevê encontros bilaterais com o presidente da China, Xi Jinping , e com o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, suspeito de ordenar a execução do jornalista Jamal Khashoggi, morto no consulado saudita da Turquia no ano passado.

Leia também: Militar da comitiva de Bolsonaro é preso com cocaína em avião da FAB na Espanha

O encontro com Xi também está marcado para a sexta-feira, antes da primeira reunião de cúpula do G-20 , e será a primeiram entre os líderes dos dois países. Bolsonaro tem visita oficial à China prevista para agosto, enquanto Xi deve vir ao Brasil em novembro, quando está marcada a 11ª Cúpula dos Brics .

De acordo com um auxiliar que vai acompanhar Bolsonaro ao Japão , o encontro do presidente brasileiro com o chinês será breve e servirá como uma apresentação inicial entre os dois líderes. A conversa também terá como objetivo, segundo o mesmo assessor do Palácio do Planalto, preparar as bases para outra reunião bilateral entre os dois no Brasil em novembro.

Leia também: "Brasil não pode ser o país do turismo gay", defende Bolsonaro