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Ex-deputado foi condenado no mensalão a sete anos e dois meses de prisão; na Lava Jato, a pena foi de mais 29 anos, cinco meses e dez dias

Ex-deputado Pedro Corrêa com a mão no queixo
Agência Brasil
Pedro Corrêa vai voltar a ser monitorado por tornozeleira eletrônica


A juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, determinou nesta quinta-feira (11) que o ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE) volte a ser monitorado por tornozeleira eletrônica. Até o equipamento ser instalado, o réu ficará em prisão domiciliar em tempo integral.

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Pedro Corrêa estava sem a tornozeleira porque foi internado. Na última terça-feira (9), teve alta para dar continuidade em casa ao tratamento da gastrite crônica e infecção urinária.

A defesa também autorização para Corrêa ir a uma clínica, para ser submetido a perícia, por indicação de cirurgia bariátrica. A juíza informou que tomará a decisão apenas depois do agendamento da consulta. O ex-deputado foi condenado no mensalão a sete anos e dois meses de prisão, mais pagamento de multa. Na Lava Jato, a pena foi de 29 anos, cinco meses e dez dias, mais pagamento de multa.

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Filiado ao Partido Progressista, o ex-deputado Pedro Corrêa foi acusado de ser o principal elo para o recebimento de propinas do partido no mensalão. Diante dos escândalos, teve o seu mandato cassado em 2006.