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Filho do presidente eleito também disse que não será mais o responsável pelas redes sociais oficiais de Jair Bolsonaro; o vereador do Rio foi citado pela imprensa como possível nome para o Ministério das Comunicações

Carlos Bolsonaro cumpre seu quinto mandato como vereador do Rio de Janeiro e disse que voltará para a Câmara
Caio César/CMRJ
Carlos Bolsonaro cumpre seu quinto mandato como vereador do Rio de Janeiro e disse que voltará para a Câmara

Filho do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), Carlos Bolsonaro respondeu a uma reportagem publicada pelo site O Antagonista  que afirma que ele poderia ser o futuro ministro das Comunicações no governo de seu pai. Nesta quinta-feira (22), em sua conta do Twitter, Carlos disse que não vai "ajudar diretamente" no governo. Também em entrevista coletiva nesta manhã, Jair Bolsonaro confirmou que o nome realmente havia sido cotado. 

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Carlos Bolsonaro é o terceiro filho do presidente eleito e cumpre seu quinto mandato como vereador no Rio de Janeiro. "O meu ciclo de tentar ajudar diretamente chegou ao fim. São 18 anos de vida pública dedicados ao que acredito. Estes últimos três meses de licença não remunerada para acompanhar o que sempre acreditei se encerram. Semana que vem volto às atividades na Câmara de Vereadores do Rio", escreveu em sua conta do Twitter. 





Segundo o site O Antagonista , Bolsonaro confirmou, em entrevista, que seu filho era cotado para assumir o Ministério das Comunicações e aguardava que Carlos avaliasse os "prós e contras" do convite. “O cara é uma fera nas mídias sociais e tem sangue na boca, então tem tudo para dar certo”, teria dito.  

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O filho do presidente eleito também era o responsável por fazer as publicações do Twitter oficial e da fanpage do Facebook de Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral, mas Carlos afirmou que, a partir de hoje, isto não fará mais parte de seu trabalho.





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Durante uma coletiva em Brasília nesta manhã, Bolsonaro confirmou que havia cogitado o nome de seu filho para o ministério devido a experiência mostrada durante a campanha presidencial, porém, como busca ministros com nomes técnicos, deve fazer o mesmo para a pasta das Comunicações. Ele também afirmou que se a escolha de Carlos Bolsonaro para o ministério fosse concretizada, poderia ser acusado de nepotismo pela oposição. 

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