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Reprodução/JOTA
Chamas começaram no segundo andar do STF. Funcionários precisaram ser retirados do local às pressas

Um princípio de incêndio atingiu uma sala do segundo andar do Anexo II do Supremo Tribunal Federal (STF), por volta das 8h desta segunda-feira (26). Por causa do incidente, o prédio do STF teve que ser evacuado pelo Corpo de Bombeiros do Distrito Federal. 

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Segundo os brigadistas do local, o fogo foi controlado e ninguém ficou ferido durante o incêndio. Todos os funcionários que estavam no local tiveram que sair do prédio e, até perto das 9h20, estavam em frente ao edifício do STF , aguardando a liberação e o término do serviço, pelos bombeiros.

Ainda de acordo com as informações preliminares, um ar condicionado teria pegado fogo no Anexo II-A. Os bombeiros suspeitam de que tenha se tratado de um curto-circuito no aparelho. Porém, as causas do incêndio serão investigadas minuciosamente pelo órgão.  

STF tem sido alvo de críticas

Enquanto os especialistas no combate ao fogo falam em incidentes e lidam com a possibilidade de curto-circuito nas investigações sobre as causas do incêndio no prédio do Supremo, os internautas já fizeram do ocorrido pauta de debate nas redes sociais.

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Isso porque muitos defendem que a causa do incêndio não decorre do acaso. Afinal, nessas semanas, a Corte tem sido alvo de diversas críticas, por conta do julgamento sobre o habeas corpus do ex-presidente Lula no caso do tríplex, matéria que, agendada para ser discutida em plenário na semana passada, acabou sendo adiada na última quinta-feira (26). 

Além de adiar a decisão, os ministros do STF acabaram por conceder ao ex-presidente uma liminar que impede a sua prisão até o dia 4 de abril, quando o julgamento será retomado na Corte. 

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Há informações de que tal decisão tenha gerado críticas sobre o STF. O ministro Marco Aurélio Mello, por exemplo, já disse até que está sendo “crucificado como culpado” pelo adiamento do julgamento. Ele contou que teve de cancelar endereços de e-mail e trocar telefones porque passou a receber críticas, com cerca de mil mensagens por dia.

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