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Em conversa com senadores e deputados, Temer defendeu que a adoção da idade mínima de 65 anos para a aposentadoria é "dada como certa"

De acordo com o presidente, as novas regras valerão
Beto Barata/PR - 01.12.2016
De acordo com o presidente, as novas regras valerão "integralmente" para os mais jovens


Em conversa com senadores e deputados nesta segunda-feira (5), o presidente Michel Temer defendeu que a adoção de uma idade mínima de 65 anos para a aposentadoria é considerada "como certa". 

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"Manter sustentável a Previdência exige induvidosamente uma reforma, sob pena de colocar em risco recebimento de aposentadoria, pensões e demais benefícios previdenciários desta e das próximas gerações. Temos longa experiência no Parlamento e sempre fizemos pequenas reformas. Chega de pequenas reformas", assegurou  Temer .

Citando exemplos econômicos e políticos para a necessidade das mudanças, Temer afirma ser "preciso postergar a concessão da aposentadoria. Isso só pode ser feito pelo estabelecimento de uma idade mínima. Se o sistema se mantiver nos parâmetros atuais, a conta não fecha".

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De acordo com o presidente, as novas regras valerão "integralmente" para os mais jovens, mas haverá uma transição para os trabalhadores com 50 anos ou mais e lembrou que os que já completaram o tempo de serviço mínimo "não precisam se preocupar", porque não serão atingidos.

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O peemedebista e a equipe econômica do governo conduzem ainda na noite desta segunda-feira uma reunião com os líderes da base aliada na Câmara e no Senado para apresentar a reforma da Previdência. O texto com a proposta será encaminhado nesta terça-feira (6) ao Congresso Nacional. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, também participa do encontro.

Ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, vai comandar uma reunião com as centrais sindicais para apresentar a elas o texto
Antônio Cruz/ Agência Brasil - 12.05.2016
Ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, vai comandar uma reunião com as centrais sindicais para apresentar a elas o texto


Diálogo Amplo

No início da noite, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, vai comandar uma reunião com as centrais sindicais para apresentar a elas o texto.

Antes, estava previsto que o mandatário também presidiria a conversa com os representantes dos trabalhadores, mas de acordo com a assessoria de imprensa do Planalto, há a possibilidade dele participar, mas a condução dos trabalhos será feita por Padilha.

No fim de outubro, por meio do porta-voz Alexandre Parola, Temer havia dito que só encaminharia o texto após "diálogo amplo" com a sociedade.

* Com informações da Agência Brasil

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