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Divulgação
Senador Marcelo Crivella

O senador Marcelo Crivella (PRB) chegou caminhando da casa da mãe, no Arpoador, ao Clube Marimbás, na Praia de Copacabana, onde votou por volta das 10h30. Acompanhado da mulher, Sylvia Jane, do filho Marcelo, da filha Raquel e da nora Maressa Crivella, o senador demostrou confiança que poderá ganhar as eleições já no primeiro turno, com base em pesquisas recentes que apontam aumento de pontos. “Eu tenho muita esperança que essa onda cresça e a gente chegue definindo a eleição já no dia de hoje”.

Após votar pouco depois das 9h em um colégio na Glória, zona sul do Rio de Janeiro, a candidata a prefeita Jandira Feghali disse que, hoje, não comenta pesquisa, e espera o resultado das urnas, baseada no apoio que tem recebido durante a campanha nas ruas.

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Agência Câmara
A candidata a prefeita Jandira Feghali

“[A principal dificuldade que enfrentei foi] A grande manipulação que foi feita o tempo inteiro com os dados, com a campanha, edições de jornais, fotos menores, ausência de fotos, ausência de cobertura. Isso foi muito comum, muito difícil. Mas tive uma imensa alegria de ver a militância na rua, muita gente fazendo essa campanha com amor, com carinho e porque acredita no nosso projeto”, disse ela.

Jandira foi votar acompanhada do seu candidato a vice Edson Santos, da deputada Benedita da Silva e do senador Lindberg Faria. Ela foi cumprimentada na porta por eleitores e disse que vai circular pela cidade durante o dia. De noite, vai acompanhar a apuração no comitê da campanha, também na Glória.

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Caso vá para o segundo turno, o senador disse que a estratégia será trabalhar muito. Explicou que tem encontrado eleitores até mal humorados, que “não aguentam mais a política e os políticos, por causa dos escândalos”. Na possibilidade de ir para o segundo turno, Marcelo Crivella adiantou que não avaliou as eventuais alianças que poderão ser feitas.

 A única coisa que garantiu é que fará oposição ao PMDB, tal como prega o candidato do PSOL, Marcelo Freixo, que citou. O debate será mais sobre as propostas e questões do Rio de Janeiro. A aliança, frisou, depende de muita conversa. Prometeu, entretanto, que a aliança não será costurada em cima de cargos, mas em cima de propostas, ideais e valores. “E se não tiver que ter aliança no segundo turno, não teremos”, garantiu. “Mas não vamos perder a nossa fibra e esse desejo de ver o Rio mudar”. Afirmou que o Rio de Janeiro tem sido protagonista dos piores escândalos da vida pública, nos últimos 15 anos. “Isso tem que mudar, isso vai mudar”. 


* Com informações da Agência Brasil

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