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Presidente brasileiro chega à cidade em um momento de preocupação devido a atentado; Equipe de Temer deve aproveitar crédito deixado por Dilma em hotel

Além de discursar na abertura da Assembleia Geral da ONU, Temer deve se encontrar com líderes de três países nos EUA
Beto Barata/ PR 04.09.2016
Além de discursar na abertura da Assembleia Geral da ONU, Temer deve se encontrar com líderes de três países nos EUA

O presidente Michel Temer embarcou na manhã deste domingo (18) para Nova York, onde irá discursar na abertura da Assembleia Geral da ONU na terça-feira (20). O desembarque do peemedebista está previsto para ocorrer às 16h da tarde deste domingo.

A realização do evento da ONU se dá em um momento de preocupação nos Estados Unidos. Na noite de sábado (17), uma explosão deixou ao menos 29 feridos em Nova York , justamente a cidade que irá sediar a assembleia. Em Minnesota, também no sábado, um simpatizante do grupo Estado Islâmico esfaqueou oito pessoas em um shopping e acabou morto por um policial.

Cumprindo o papel que cabe ao presidente do Brasil desde 1949, Temer deverá abordar temas como a economia mundial e a crise de refugiados ao abrir a 71ª assembleia das Nações Unidas.

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Além de seu discurso na terça-feira, a agenda do presidente nos Estados Unidos deve incluir ainda encontros bilaterais com líderes do Uruguai, de Portugal e da Nigéria.

Na conta de Dilma

Michel Temer e sua comitiva ficarão hospedados no hotel Plaza Athenee, onde a equipe do peemedebista irá aproveitar um crédito deixado por Dilma Rousseff, conforme noticiado pelo jornal "Folha de S.Paulo".

Em abril deste ano, a petista havia feito uma reserva no valor de aproximadamente US$ 60 mil no hotel, mas acabou ficando hospedada na casa do embaixador do Brasil na ONU (Organização das Nações Unidas), Antônio Patriota.

Estava previsto para a viagem deste domingo o embarque da primeira-dama, Marcela Temer, mas ela desistiu da viagem. 

Este é o segundo compromisso internacional de Temer como presidente efetivo do Brasil.  Ele havia participado de evento do G20 na China no início do mês, logo após a confirmação do impeachment de Dilma Rousseff.

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