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Decisão foi tomada durante reunião da cúpula da sigla para discutir a acusação contra o deputado por tentativa de estupro e assédio sexual

Estadão Conteúdo

Patrícia Léllis registrou boletim de ocorrência contra Feliciano em uma delegacia de Brasília por tentativa de estupro
Facebook/Reprodução
Patrícia Léllis registrou boletim de ocorrência contra Feliciano em uma delegacia de Brasília por tentativa de estupro

A presidência do PSC decidiu nesta terça-feira (9) manter o deputado Pastor Marco Feliciano (SP) na liderança do partido na Câmara. A decisão foi tomada durante reunião da cúpula da sigla para discutir a acusação contra o parlamentar  por tentativa de estupro, assédio sexual e agressão feita pela estudante Patrícia Lellis, de 22 anos.

De acordo com a assessoria de imprensa do PSC, a cúpula da legenda não só manteve Feliciano na liderança como decidiu entrar na Justiça contra a jovem por falsa denunciação, para "defender a imagem do partido". Patrícia afirma que a legenda "sempre soube das denúncias" , mas pediu que ela "ficasse calada".

Veja polêmicas de Feliciano:

No último domingo (7), Patrícia Léllis registrou boletim de ocorrência contra Feliciano em uma delegacia de Brasília por tentativa de estupro, assédio sexual e agressão. Segundo o relato, o crime aconteceu na manhã de 15 de junho, no apartamento funcional do parlamentar na capital federal.

A jornalista já havia registrado um outro B.O. há três dias em São Paulo contra o chefe de gabinete do político, Talma Bauer. O funcionário foi detido na última sexta-feira (5) por suspeita de manter a jovem em cárcere privado e de obrigá-la a publicar vídeos negando as acusações. Ele foi liberado no mesmo dia.

Defesa

Feliciano se defendeu das acusações  por meio das redes sociais. Em vídeo em que aparece ao lado da esposa, o deputado do PSC diz ter sido alvo de ataques à sua moral. Ele prometeu apresentar provas de sua inocência e defendeu que a jornalista seja responsabilizada por falsa comunicação de crime.