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Presidente afastada discursou por uma hora no evento Circo da Democracia, promovido por 150 entidades populares em Curitiba, capital do Paraná

Estadão Conteúdo

Para petista, a  reforma ou pacto – que também inclui o econômico – não podem ser realizados pelo governo interino
Roberto Stuckert Filho/PR
Para petista, a reforma ou pacto – que também inclui o econômico – não podem ser realizados pelo governo interino

A presidente afastada Dilma Rousseff voltou nessa segunda-feira (8)  a classificar o governo interino de Michel Temer de golpista e reiterou a defesa de um plebiscito para decidir sobre a antecipação de eleições, além de uma reforma política.

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A petista discursou por uma hora no evento Circo da Democracia, promovido por 150 entidades populares em Curitiba. "Eu apoio o plebiscito, desde que tenha uma direção e uma reforma política ampla. Nosso País está fragmentado partidariamente, que tenhamos seis ou sete, mas não os 25 que estão no Parlamento mais os outros que somam 35. Esse sistema é o pai e a mãe do fisiologismo. Como está, corremos o risco de termos mais partidos e políticos que terão acesso ao horário eleitoral, ao Fundo Partidário."

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Para Dilma, porém, essa reforma ou pacto – que também inclui o econômico – não podem ser realizados pelo governo interino. "Não é possível, pois ele (governo) é o antipacto nacional", afirmou. Semana passada, o presidente do PT, Rui Falcão, descartou a viabilidade da proposta de um plebiscito para novas eleições caso Dilma retorne ao Planalto. A declaração contrariou a petista.

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