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Laudo da Polícia Federal indica que reforma no imóvel associado ao ex-presidente custou R$ 252 mil e foi orientada por Lula e por Marisa Letícia

Compra e reformas no sítio Santa Bárbara, em Atibaia, no interior de São Paulo, custaram um total de R$ 1,7 milhão
Carlos Nardi/WPP/Estadão Conteúdo
Compra e reformas no sítio Santa Bárbara, em Atibaia, no interior de São Paulo, custaram um total de R$ 1,7 milhão

A cozinha gourmet do sítio de Atibaia cuja propriedade é atribuída ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva custou R$ 252 mil, informa laudo da Polícia Federal anexado aos autos da Operação Lava Jato. Os equipamentos foram instalados em 2014. A execução da obra, diz o documento, "foi acompanhada por arquiteto da empreiteira OAS, Paulo Gordilho, e, segundo suas comunicações, com orientação do ex-presidente Lula e de sua esposa".

No capítulo 'conclusões' o laudo informa que, em agosto de 2010, mediante contrato particular de compra e venda, o sítio Santa Bárbara foi vendido a Fernando Bittar e a Jonas Leite Suassuna Filho "para uso da família do senhor Luiz Inácio Lula da Silva".

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Fernando é filho do sindicalista Jacob Bittar, amigo de Lula. O outro comprador do sítio, Jonas Suassuna, é amigo do filho mais velho do ex-presidente.

O laudo diz que Fernando Bittar não teria rendimentos suficientes para bancar os custos da compra e reforma do sítio Santa Bárbara, no total de R$ 1,7 milhão.

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