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Após decisão do STF, peemedebista se reuniu com advogados e deputados na residência oficial da presidência da Câmara

Agência Brasil

Eduardo Cunha foi notificado por volta das 7:30 da manhã da decisão do ministro Teori Zavascki
Luis Macedo/ Câmara dos Deputados - 4.5.16
Eduardo Cunha foi notificado por volta das 7:30 da manhã da decisão do ministro Teori Zavascki

O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que teve o mandato suspenso pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, afirmou que irá recorrer da decisão do ministro. O peemedebista se reuniu com advogados e deputados aliados na residência oficial da presidência da Câmara, na manhã desta quinta-feira (5). 

De acordo com sua assessoria, Cunha permaneceria na residência oficial até o julgamento de outra ação no STF, marcado para a parte da tarde, quando os ministros julgam ação aberta pelo partido Rede Sustentabilidade, que pediu à Corte o afastamento de Cunha da presidência da Câmara com base no argumento de que ele não poderia estar na linha de sucessão presidencial, uma vez que é réu na Justiça.

Cunha foi notificado por volta das 7h30 da manhã da decisão do ministro Teori Zavascki, que deferiu uma liminar determinando a suspensão de seu mandato em atendimento a um outro pedido de afastamento do parlamentar, que havia sido feito em dezembro pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

O PGR argumentou em seu pedido que Cunha se valia do cargo de presidente da Câmara para constranger deputados e atrapalhar o processo de cassação de seu mandato, em tramitação no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Casa.

A segurança foi reforçada em frente à residência oficial do deputado, onde se aglomerou uma grande quantidade de jornalistas de manifestantes contrários à sua permanência no Legislativo. 

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