Tamanho do texto

Em reunião do Diretório Nacional, partido faz esforços para não evidenciar as divergências internas sobre o assunto

O senador Romero Jucá (PMDB-RR) pretendia ceder espaço para discursos, mas desistiu da ideia
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O senador Romero Jucá (PMDB-RR) pretendia ceder espaço para discursos, mas desistiu da ideia

A direção do PMDB não deverá abrir espaço para discursos durante a reunião do Diretório Nacional do partido marcada para a tarde desta terça-feira (29). Na ocasião, o desembarque da legenda do governo Dilma Rousseff deverá ser aprovado por aclamação - ou seja, sem votação nominal. 

Inicialmente, o 1º vice-presidente do PMDB, senador Romero Jucá (RR), que presidirá a reunião, pretendia ceder espaço para discursos a favor e contra o desembarque. Após o acordo entre as duas alas do partido que decidiu que o rompimento será aprovado por aclamação, Jucá desistiu da ideia. 

Ao não abrir espaço para peemedebistas discursarem, o partido tenta não evidenciar as divergências internas que existem sobre o assunto. Por isso, a ideia da direção do PMDB é aprovar a moção pelo desembarque por meio de uma votação simbólica "rápida". 

Outro ponto acordado para evitar as divergências foi a promessa de não incluir na moção pelo desembarque prazo para os ministros do PMDB deixarem o governo. Até então, havia expectativa de que a moção estabelecesse 12 de abril como prazo.

Os ministérios do PMDB:



    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.