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Teori Zavascki considerou a concessão do habeas corpus inviável. Nestor Cerveró está preso desde o dia 14 de janeiro

Ex-diretor da Petrobras foi preso depois que a PF intensificou as investigações da Lava Jato
Antonio Cruz/Agência Brasil
Ex-diretor da Petrobras foi preso depois que a PF intensificou as investigações da Lava Jato

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira (19) o pedido de liberdade ao ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró. O ministro considerou que a concessão do habeas corpus é inviável.

Cerveró está preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba desde o dia 14 de janeiro, por tentar ocultar seu patrimônio, segundo investigadores da Operação Lava Jato.

Semana passada, Cerveró foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por lavagem de dinheiro. De acordo com a acusação, parte da propina recebida por Cerveró foi enviada ao exterior, por meio de empresas sediadas no Uruguai, na Inglaterra, Espanha e Suíça.

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A denúncia cita como prova do crime a compra de um apartamento avaliado em R$ 7,5 milhões, no Rio de Janeiro, por meio da empresa Jolmey do Brasil, criada, segundo a acusação, para ocultar o dinheiro recebido pelo ex-diretor.

Na petição, a defesa do ex-diretor negou que ele tenha recebido propina e pediu que a prisão fosse convertida em medidas cautelares, como prisão domiciliar.

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