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Cadáver posto caso mariana
Reprodução
Além de matá-la, roubou o carro, a carteira da vítima com documentos pessoais, R$ 110 em dinheiro, o celular dela e uma caixa de som.

O acusado de matar a universitária Mariana Bazza em setembro em Bariri (SP) foi até um posto de combustíveis parar calibrar o pneu do carro da vítima após o crime, segundo o G1.

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De acordo com o Ministério Público , o corpo de Mariana estava dentro do carro quando o suspeito Rodrigo Pereira Alves foi até o posto de combustíveis. O MP ainda ofereceu denúncia por estupro , latrocínio e ocultação de cadáver .

Rodrigo atraiu Mariana para uma chácara com a promessa de consertar o pneu do carro dela. Após ameaçá-la com uma faca, ele usou pedaços da blusa da jovem para vendá-la e amordaçá-la. O laudo pericial ainda aponta que Mariana foi morta na chácara, asfixiada com um pedaço da mesma blusa.

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Segundo o MP, Rodrigo ainda roubou o carro , a carteira da vítima com documentos pessoais e R$ 110 em dinheiro, o celular dela e uma caixa de som. O corpo de Mariana foi encontrado na manhã do dia 25 de setembro e uma área de canavial em Ibitinga.

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