Vesna Vulovic entrou para a história como a mulher que sobreviveu a uma queda de 10 km de altitude. Mais precisamente, 10.160 metros.  Reprodução: Flipar
Nascida em 3 de janeiro de 1950,  em Belgrado, na Sérvia, Vesna era comissária de bordo da JAT Yugoslav Airlines.  Reprodução: Flipar
O voo 367 era operado em rotas entre Estocolmo (Suécia) e Belgrado (hoje capital da Sérvia, então parte da Iugoslávia). Reprodução: Flipar
O avião decolou às 15h do dia 26 de janeiro de 1972 do aeroporto de Copenhague (foto), capital da Dinamarca Reprodução: Flipar
Quando o avião sobrevoava o espaço aéreo da então Tchecoslováquia (depois República Tcheca, e hoje Tchéquia), uma hora após a decolagem, houve uma explosão no compartimento de cargas.  Reprodução: Flipar
A explosão fez com que o jato McDonnell Douglas DC-9 (igual ao da foto), se desintegrasse em voo. Reprodução: Flipar
Das 28 pessoas a bordo, entre tripulantes e passageiros, apenas Vesna sobreviveu. E isso ocorreu por causa de uma soma de fatores, inclusive porque Vesna ficou na cauda, que se soltou do restante do avião. .  Reprodução: Flipar
Pra começar, Vesna foi a única que não foi lançada para fora do avião, pois ficou presa a um carrinho de serviço de bordo.  Reprodução: Flipar
Além disso, a parte do avião em que ela estava caiu numa área repleta de árvores e uma grossa camada de neve, amortecendo a queda.  Reprodução: Flipar
E, pra terminar , ela foi encontrada por um homem que tinha servido como médico na Segunda Guerra Mundial. E que, após prestar os primeiros socorros, a levou para o hospital.  Reprodução: Flipar
Vesna sofreu várias fraturas nas pernas, costelas, crânio e vértebras. Reprodução: Flipar
Vesna ficou alguns dias em coma e depois foi se recuperando. Após 10 meses, ela voltou a andar, embora mancando.   Reprodução: Flipar
Um monumento foi criado em memória das vítimas do acidente.  Reprodução: Flipar
Vesna passou a participar de cerimônias em homenagem aos mortos na tragédia, levando flores em memória das vítimas.  Reprodução: Flipar
Vesna não tinha a lembrança do acidente. A última imagem do caso que ela recordava era o embarque dos passageiros. Por isso, ela não ficou com trauma psicológico. Mesmo assim , com as sequelas do acidente, ela não pôde voltar a trabalhar como aeromoça.   Reprodução: Flipar
Mas continuou na companhia aérea para serviços administrativos, principalmente para negociação de contratos de frete.  Reprodução: Flipar
O então presidente da Iugoslávia, Josip broz Tito (foto) concedeu a Vesna uma condecoração como heroína nacional.  Reprodução: Flipar
Em 1985, Vesna entrou para o Livro Guiness dos Recordes como a pessoa que sobreviveu a uma queda com maior altitude.  Reprodução: Flipar
A explosão foi investigada e as hipóteses foram de ato terrorista por nacionalistas croatas ou de engano por parte da Força Aérea Tcheca, que teria confundido o avião com um jato inimigo.   Reprodução: Flipar
Não houve um conclusão definitiva e ninguém foi preso.  Reprodução: Flipar
Vesna tornou-se ativista política e foi demitida em 1990 por participar de um protesto contra o então presidente Slobodan Milosevic.  Reprodução: Flipar
Nos últimos anos de sua vida, Vulovic viveu com uma pensão baixa, em seu apartamento velho. E já recusava participar de solenidades que lembravam o acidente. Também recusou entrevistas, inclusive no programa de Oprah Winfrey. Dizia que estava cansada. Reprodução: Flipar
Ela morreu em 23/12/2016, aos 66 anos, em Belgrado, capital da Sérvia. Vivia sozinha, com 3 gatos. A causa da morte não foi divulgada. Mas amigos disseram que ela enfrentava problemas de coração. Reprodução: Flipar

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