O rosto de um dos mais famosos “serial killers” (assassino em série) da história foi recriado graças a uma ferramenta de inteligência artificial (IA).
 Reprodução: Flipar
As pessoas agora conseguem visualizar como seria o rosto do temido Jack, o Estripador.
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Esse trabalho foi realizado por Jeff Leahy, um cidadão britânico que sempre foi fascinado pelo caso do Estripador.
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Para chegar a essa representação facial, ele utilizou o software Midjourney, juntamente com informações e fotografias disponíveis dos parentes do principal suspeito, Aaron Kosminski.
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Aaron Kosminski foi um barbeiro que trabalhava aos arredores de East End, área próxima do local onde aconteceram os assassinatos. Apesar de ter sido o principal suspeito, sua culpa jamais foi comprovada. Reprodução: Flipar
Kosminski chegou a ficar internado em um hospital psiquiátrico no início da década de 1890, pouco tempo depois da ascensão do serial killer. Ele morreu em 1919, aos 53 anos. Reprodução: Flipar
As vítimas foram identificadas como Mary Ann Nichols, Annie Chapman, Elizabeth Stride, Catherine Eddowes e Mary Jane Kelly. A brutalidade dos crimes causou pânico na população local e gerou uma enorme cobertura da mídia na época. Reprodução: Flipar
A polícia de Londres realizou uma investigação massiva, mas nunca conseguiu identificar o assassino. Mais de 100 suspeitos chegaram a ser interrogados, mas nenhum foi condenado. Reprodução: Flipar
A investigação foi prejudicada pela falta de técnicas forenses modernas e pela rivalidade entre as diferentes agências policiais. Além de Aaron Kosminski, outros suspeitos famosos foram: Montague Druitt, James Maybrick e Walter Sickert. Reprodução: Flipar
Por ser cercada de mistérios, a história do criminoso rendeu inúmeras teorias ao longo dos anos. Uma delas, proposta pela escritora e pesquisadora Sarah Bax Horton, sugere que o assassino em série poderia ter sido um homem chamado Hyam Hyams, que era cigarreiro na região e sofria de epilepsia e alcoolismo. Reprodução: Flipar
A pesquisadora descobriu registros médicos que mostram que Hyams tinha 35 anos em 1888. Além disso, ele havia sofrido uma lesão que limitava os movimentos do seu braço esquerdo. Reprodução: Flipar
Outros documentos de hospitais e manicômios da época indicam que o cigarreiro também tinha problemas no joelho e sofria de uma forma grave de epilepsia, com ataques regulares. Reprodução: Flipar

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