Por meio de um anúncio feito pelo Ministério da Saúde na segunda-feira (4/11) ficou definido que o esquema vacinal contra a poliomielite será feito exclusivamente com a vacina injetável VIP (vacina inativada poliomielite).  Reprodução: Flipar
Ou seja, agora as duas doses de reforço da VOPb (vacina oral poliomielite bivalente) serão substituídas por uma dose injetável da VIP. Reprodução: Flipar
Com o novo esquema, ficará da seguinte forma: primeira dose aos 2 meses Reprodução: Flipar
Essa mudança acompanha uma tendência global e foi amplamente debatida na Reunião da Câmara Técnica Assessora em Imunizações (CTAI). Participaram do encontro representantes das seguintes instituições científicas: Reprodução: Flipar
Membros do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Reprodução: Flipar
A mudança visa proteger pessoas com imunidade comprometida, pois a vacina oral, feita com vírus vivo enfraquecido, pode apresentar riscos para quem possui o sistema imunológico debilitado. Reprodução: Flipar
Além disso, como o vírus vivo é excretado nas fezes, em locais com saneamento inadequado há o risco de ele se espalhar na comunidade e evoluir para uma forma patogênica, o que representa um risco num cenário como o Brasil. Reprodução: Flipar
De acordo com o Ministério da Saúde, o Zé Gotinha continuará atuando em prol das campanhas de vacinação. Reprodução: Flipar
Lançado nos anos 1980, o personagem se tornou um símbolo da campanha contra a poliomielite e permanece na memória de muitos brasileiros.  Reprodução: Flipar
A poliomielite, também conhecida como pólio ou paralisia infantil, é uma doença infecciosa viral aguda que, em sua forma mais grave, pode causar paralisia muscular irreversível.  Reprodução: Flipar
A doença é causada pelo poliovírus, que invade o sistema nervoso central, afetando principalmente a medula espinhal. Reprodução: Flipar
Ela afeta principalmente crianças menores de cinco anos, embora possa acometer indivíduos de qualquer idade. Reprodução: Flipar
A transmissão ocorre via ingestão de água ou alimentos contaminados pelo vírus, que se multiplica no trato intestinal e pode se espalhar para o sistema nervoso. Reprodução: Flipar
Existem três tipos de poliovírus (1, 2 e 3), e a paralisia é uma consequência mais comum no tipo 1, sendo que a maioria das infecções não apresenta sintomas.  Reprodução: Flipar
Nos casos sintomáticos, as manifestações incluem febre, cansaço, dores de cabeça, náuseas e rigidez no pescoço.  Reprodução: Flipar
Como não existe uma cura, a vacinação é a única forma eficaz de prevenir a doença. Desde o lançamento da Iniciativa Global para a erradicação, em 1988, houve uma redução drástica nos casos, e muitos países acabaram com a transmissão do vírus. Reprodução: Flipar

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