Rumo à Turquia! Navio que bateu na Ponte Rio-Niterói deixa o porto após dois anos
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O Navio São Luiz, que colidiu com a Ponte Rio-Niterói, foi rebocado do porto do Rio de Janeiro após quase dois anos ancorado no local. Depois de uma disputa judicial, a embarcação foi comprada por uma empresa turca por valor superior a R$ 6 milhões e será conduzida até o país europeu. . Foto: Reprodução: FliparEm 14/11/2022, a colisão do navio à deriva na Ponte Rio-Niterói provocou transtornos no trânsito e acendeu o alerta sobre o perigo das embarcações abandonadas na Baía de Guanabara. . Foto: Reprodução: FliparA ponte ficou totalmente fechada na segunda-feira da colisão, das 18h25 às 21h33. Motoristas que passavam pela pista se assustaram quando o navio petroleiro São Luiz se aproximou e atingiu a estrutura. Segundo a Marinha, o navio estava à deriva.. Foto: Reprodução: FliparAlém do vento, chovia bastante. Um motorista, chamado Alexandro Bellote, estava na ponte e falou sobre a situação à época ao portal G1: . Foto: Reprodução: FliparA ponte foi interditada nos dois sentidos para avaliar se havia risco para os veículos e também para viabilizar a retirada da embarcação. O trânsito só foi totalmente liberado às 10h50 de terça-feira (15/11/22). . Foto: Reprodução: FliparO trânsito ficou caótico não apenas na ponte fechada, mas em diversas partes da cidade, onde há acessos para a região. . Foto: Reprodução: FliparTécnicos da Prefeitura do Rio de Janeiro avaliaram a estrutura e não encontraram avarias que impedissem a reabertura da ponte. Apenas pequenos danos que já foram reparados. . Foto: Reprodução: FliparO navio petroleiro estava ancorado na Baía de Guanabara desde 2016 por causa de um processo judicial. No entanto, segundo a Marinha, a âncora não resistiu aos fortes ventos. . Foto: Reprodução: FliparA embarcação foi construída em 1994, mede 244,75 metros de comprimento x 42,36 m de largura e tinha a bandeira das Bahamas. Desde 2018, ele estava sem tripulação, por falta de investimento do último comprador. . Foto: Reprodução: FliparEm 2020, uma reportagem do RJTV mostrou o estado precário do navio São Luiz, que mais parecia uma sucata no mar. O casco estava com lodo, algas, mexilhões. Muita ferrugem. Estado de abandono. . Foto: Reprodução: FliparUma vistoria mostrou diversas partes enferrujadas no navio. Em 2019, a Cia. Docas já havia emitido alerta, inclusive, sobre o mau estado da âncora, com risco de a embarcação ficar à deriva – como acabou ocorrendo. . Foto: Reprodução: FliparA Ponte Rio-Niterói começou a ser construída em 1968 e foi inaugurada em 1974, durante a ditadura militar. O nome oficial dela é Presidente Costa e Silva, presidente do Brasil entre 1967 e 1969. . Foto: Reprodução: FliparA ponte tem 13km de extensão e liga as duas cidades com quatro pistas em cada sentido. . Foto: Reprodução: FliparEm seu ponto mais alto, a ponte tem 72 metros de altura. Há um pedágio no sentido de Niterói e são cerca de 150 mil veículos diariamente. Em época de feriadões, o movimento costuma aumentar. . Foto: Reprodução: FliparAlém da ponte, há outras duas formas de fazer o trajeto Rio-Niterói. O principal é usando as barcas. Com a ponte interditada, muitas pessoas recorreram às embarcações. . Foto: Reprodução: FliparOutra possibilidade é dar a volta por terra pela Baía de Guanabara, passando pela cidade de Magé, na Baixada Fluminense. Esse trajeto tem mais ou menos 70 km e, por isso, quase ninguém o faz. . Foto: Reprodução: Flipar