No dia 10 de junho de 1692, a jovem Bridget Bishop foi a primeira vítima do episódio que ficou conhecido como “Bruxas de Salém”. 

 Reprodução: Flipar
Bishop foi a primeira de uma série de mulheres julgadas e enforcadas sob acusação de bruxaria em Salem, no estado de Massachusetts, durante o período da colonização britânica na América do Norte. 

 Reprodução: Flipar
No total, 30 pessoas foram consideradas culpadas pelo tribunal e 19 delas acabaram sendo executadas por enforcamento. 
 Reprodução: Flipar
Outras quatro condenadas morreram por doenças contraídas quando se encontravam aprisionadas.
 Reprodução: Flipar
A história começou em fevereiro de 1692, quando Elizabeth, filha de Samuel Parris, reverendo de Salém, adoeceu. 
 Reprodução: Flipar
Elizabeth, então com 11 anos, tinha espasmos na cama, gemia de dores e apresentava quadros de alucinação, dizendo estar sendo picada por insetos. 

 Reprodução: Flipar
Abigail Williams, sobrinha do reverendo, e outra menina de nome Ann Putnam, também de 11 anos, apresentaram sintomas similares aos de Elizabeth em Salém (foto da vila).

 Reprodução: Flipar
As três meninas foram examinadas por um médico, que apontou como causa eventos sobrenaturais. 
 Reprodução: Flipar
Líderes religiosos da comunidade fizeram pressão sobre as meninas, que apontaram três mulheres por práticas de bruxaria em depoimentos.
 Reprodução: Flipar
Tituba, escrava do reverendo Parris, a moradora de rua Sarah Good e Sarah Osborne, uma mulher idosa, foram submetidas a interrogatórios e presas. 
 Reprodução: Flipar
Com o passar dos dias, surgiram inúmeras denúncias de bruxarias em Salém e o governador local, William Phipps, decidiu instituir um tribunal específico para investigar e julgar os casos. 

 Reprodução: Flipar
O enforcamento de Bishop iniciou uma sequência de condenações à morte. 
 Reprodução: Flipar
Entre os condenados à forca estava um homem que integrava a Igreja e foi apontado como líder da seita de bruxas.
 Reprodução: Flipar
O clima de irracionalidade e fanatismo fez até mesmo uma criança de quatro anos aparecer entre as acusadas de bruxaria.  Os casos são expostos em documentos no Museu das Bruxas de Salém.
 Reprodução: Flipar
As sentenças se basearam unicamente no depoimento das testemunhas que diziam ter passado por episódios de alucinação provocados por bruxaria. 
 Reprodução: Flipar
A caça às bruxas em Salém cessou em outubro do mesmo ano, diante de um pedido do presidente da Universidade de Harvard. 
 Reprodução: Flipar
Quase 50 anos depois, em 1711, familiares das vítimas de Salém foram indenizadas em 600 libras. 
 Reprodução: Flipar
Apenas na segunda metade do século XX, em 1957, o estado de Massachusetts reconheceu o erro dos julgamentos e pediu desculpas públicas. 

 Reprodução: Flipar
O caso de Salém tornou-se o mais famoso entre vários de perseguições a pessoas por supostas práticas de bruxaria na época. A ponto de ter inspirado livros e filmes. 

 Reprodução: Flipar
Uma das obras mais famosas baseadas no caso é o filme “As Bruxas de Salém”, de 1997, dirigido por Nicholas Hytner. 
 Reprodução: Flipar
“As Bruxas de Salém”, com Daniel Day-Lewis, Winona Ryder e Joan Allen no elenco, recebeu premiações no Bafta, no Festival de de Berlim e no Oscar (Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Roteiro Adaptado). 
 Reprodução: Flipar

    Comentários
    Clique aqui e deixe seu comentário!

    Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

    Mais Recentes