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Mais de duas mil pessoas começaram a desfilar, nesta quinta-feira pelo centro de Jerusalém na sétima Parada Gay do país, nun clima muito mais tranqüi que nos anos anteriores, marcados por muitas tensões com os judeus ultraortodoxos.

AFP

Os manifestantes, vigiados por 2.000 policiais, se reuniram no centro da cidade exibindo bandeiras com as cores do arco-íris.

Na segunda-feira, a Suprema Corte israelense rejeitou um recurso que visava a impedir a realização nda Parada Gay em Jerusalém.

O recurso foi apresentado por um pequeno grupo de extrema direita, a Frente Nacional Judia, que considera este evento uma provocação.

A municipalidade de Jerusalém, dirigida pelo prefeito ultra-ortodoxo Uri Lupolianski, também se opõe à organização da Parada Gay, mas não recorreu à Suprema Corte.

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'Não sodomizem Jerusalém', pedem judeus ortodoxos
A "Casa Aberta", associação de defesa dos direitos homossexuais de Jerusalém, negou em um comunicado as acusações de provocação, expressando sua esperança de que este ano a parada 'transcorra pacificamente e sem violência por parte dos ultranacionalistas ou ultra-ortodoxos".

Todos os anos esses grupos radicais tentam se opor à realização desse evento, que acontece perto de bairros religiosos.

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