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Arquivo pessoal
Karin e o marido Adam e a bebê Katherine quando ela nasceu



Karin Fortwangler acordou às 4h30 do dia 15 de março e percebeu que estava com uma súbita dor nas costas. Apenas três horas depois, ela estava segurando sua bebê recém-nascida nos braços - uma enorme surpresa para todos. Karin, de Audubon, Pensilvânia, tinha sintomas típicos de gravidez, como atraso na menstruação e fadiga, mas ela achava que os sinais eram de estresse, já que vive uma pesada rotina de ser mãe de três crianças pequenas.

"Meu marido estava levantando para se arrumar para o trabalho (por volta das 5h15), então eu disse a ele: 'Você vai pensar que eu sou louca, porque eu acho que estou louca, mas acho que posso estar em trabalho de parto'." Depois de um pouco mais de explicação, o marido, Adam, ligou para o trabalho para dizer que precisava levá-la ao hospital. Eles chegaram por volta das 6h15 - e de lá as coisas mudaram muito rapidamente .

"Assim que fizeram o ultrassom, o médico disse: 'Sim! Tem um bebê aí dentro!'". A equipe médica queria realizar mais alguns testes, mas a bebê tinha outras idéias e, assim que eles saíram da sala, as contrações começaram a ficar mais fortes.

Karin estava com o marido de um lado e a enfermeira de triagem do outro, quando a neném começou a sair. "O bebê saiu! Você conseguiu, mamãe! É uma menina", disse um dos profissionais.

Apenas três horas depois de acordar com dores e 20 minutos após o ultrassom confirmar que Karin estava grávida, ela deu as boas-vindas  à Katherine Allison Fortwrangler.

Agora, com pouco mais de um mês depois, a família está muito unida, por causa do isolamento social do coronavírus.

"Estamos ficando um pouco loucos, mas foi surpreendentemente fácil entrar em uma rotina, uma vez que todos nós superamos o choque de um novo bebê e basicamente toda a nossa vida foi renovada", acrescenta a nova mamãe.


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