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O maior grupo esquerdista guerrilheiro colombiano, Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), emitiu uma lista de 29 reféns que considera mais valiosos, afirmando que deseja trocar por rebeldes sob custódia do governo. Entre eles há vários soldados e policiais, além de três políticos.

Os guerrilheiros consideram estes reféns "prisioneiros de guerra" e propõem uma troca "humanitária" com a presença de países e governos "de total confiança", segundo a agência de notícias EFE.

Este foi o primeiro anúncio do tipo desde que uma operação liderada por militares colombianos em junho libertou 15 reféns mais conhecidos, inclusive a ex-candidata à Presidência do país, Ingrid Betancourt, que ficou mais de seis anos em cativeiro.

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