Turista busca refúgio em abrigo na ilha Siargao, Filipinas, em 16 de dezembro de 2021
IAFP
Turista busca refúgio em abrigo na ilha Siargao, Filipinas, em 16 de dezembro de 2021

Ao menos 33 pessoas morreram com o supertufão Rai, que atingiu as Filipinas nesta semana . A informação foi passada, neste sábado (18), por autoridades locais  que também relataram que houve uma destruição "alarmante" nas ilhas mais afetadas.

Na última quinta-feira (16), o Rai foi classificado como supertufão ao atingir o continente com ventos de 195 km/h. "Tudo voava, era como o fim do mundo", disse Raphy Repdos, operadora de turismo que visitava as Filipinas, à AFP.

Além dos mortos, o supertufão Rai também deixou mais de 300 mil pessoas desabrigadas, já que estas tiveram que fugir de suas casas.

De acordo com a Agência Meteorológica Nacional das Filipinas, o Rai partiu, na sexta-feira (17), em direção do Mar da China Meridional, runmo ao Vietnã.

De acordo com Alberto Bocanegra, chefe da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e da Cruz Vermelha nas Filipinas, "esta é uma das tempestades mais poderosas que já atingiu as Filipinas em dezembro na última década". "As informações e as imagens que recebemos são muito alarmantes", afirmou. Segundo a AFP, mais de 18 mil soldados, policiais, profissionais da guarda costeira e bombeiros trabalham nas buscas e resgates nas regiões mais afetadas pelo supertufão.

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