Embaixadora que agrediu empregada em Brasília volta para as Filipinas
Reprodução
Embaixadora que agrediu empregada em Brasília volta para as Filipinas

A embaixadora das Filipinas no Brasil,  Marichu Mauro, deixou o Brasil na madrugada desta terça-feira (3) e voltou ao país asiático. O retorno ocorreu no mesmo dia em que o presidente  Jair Bolsonaro (sem partido) tornou sem efeito um decreto publicado no dia 7 de outubro, que iria admitir a embaixadora na Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, no grau de Grã-Cruz.

A condecoração é destinada a chefes de Estado, chefes de Governo, príncipes, presidente do Poder Legislativo, presidentes das Cortes Supremas de Justiça, ministros de Estado, embaixadores, governadores, almirantes, marechais, marechais-do-ar, almirantes-de-esquadra, generais-de-Exército, tenentes-brigadeiros e outras personalidades de hierarquia equivalente.

Contexto 

A embaixadora  foi flagrada agredindo com tapas no rosto e puxões de orelha uma empregada doméstica da residência oficial da representação diplomática das Filipinas em Brasília.

As gravações integram inquérito do Ministério Público do Trabalho (MPT). A vítima, de 51 anos, é de origem filipina e embarcou para seu país de origem no último dia 21.

Marichu Mauro estava no cargo desde 7 de abril de 2018. Ela chegou a ser homenageada pelo então presidente  Michel Temer, que recebeu suas credenciais diplomáticas.

Desde janeiro, Marichu Mauro também representa as Filipinas na Venezuela como embaixadora não residente. Ela é, ainda, embaixadora na Guiana, na Colômbia e no Suriname.

    Veja Também

    Mais Recentes

      Comentários