Covid-19: Estados Unidos alcançam a marca de 100 mil mortos

Informação é de levantamento do Centro para o Controle e Prevenção de Doenças; 1,6 milhões estão infectados

País liderado pelo presidente Donald Trump é epicentro da Covid-19 no mundo
Foto: Reprodução
País liderado pelo presidente Donald Trump é epicentro da Covid-19 no mundo


Segundo último levantamento divulgado pelo Centro para o Controle e Prevenção de Doenças, os Estados Unidos alcançaram a marca de 100 mil mortos por Covid-19 em seu território. País é considerado epicentro da pandemia do novo coronavírus.

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O vírus fez 100.446 vítimas fatais no país norte-americano. O número de casos é de 1.698.523 e, em relação a ontem, 27, cresceu 1,1%, o maior registrado na semana.

A taxa de morte também cresceu consideravelmente. O país tinha ontem 99.031 óbitos. Assim, o crescimento corresponde a 1,4%. Em todo país, a taxa de letalidade do novo coronavírus está em alta, 5,9%.

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O estado de Nova York segue como epicentro da doença no país e soma 367.994 casos. A cidade de Nova York tem 202.997 casos e Nova Jersey, próxima de Manhattan, tem 156.628.

Crise no serviço funerário

Com o avanço da Covid-19, o serviço funerário é impactado já que familiares têm pressa de enterrar as vítimas e, portanto, optam por “cerimônias” simples.

O CEO de uma das maiores prestadoras de serviço funerário do país, a Service Corporation International, afirmou que a venda de funerais caíram 11%, se comparados com a média anual. Trinta e cinco por cento menos pessoas estão comprando e reservando lotes.

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As grandes cerimônias foram interrompidas por tempo indeterminado, o que faz despencar o número de pessoas presentes em velórios. Os serviços de cremação, que custam US$ 300, são mais baratos que caixões adornados de US$ 10 mil e estão em alta. O prejuízo da empresa com a pandemia é de US$ 16,3 bilhões.