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Agência Brasil
Até agora, Maryland realizou 71.577 testes para o vírus e quase 14 mil infecções foram registradas, um número que continua a aumentar



Quando o presidente dos EUA, Donald Trump, disse aos governadores que eles precisavam intensificar seus esforços para garantir suprimentos médicos, o governador Larry Hogan, de Maryland, levou a sério o pedido. Ele negociou com fornecedores na Coréia do Sul para obter kits de teste de coronavírus.

"O principal problema que enfrentamos é a falta de testes", disse Hogan, republicano, que esteve entre os muitos críticos das repetidas alegações do governo Trump de que os estados têm testes adequados fornecidos pelo governo federal. "Não podemos abrir nossos estados sem aumentar os testes."

No sábado (18), um vôo da Korean Air chegou ao Aeroporto Internacional de Baltimore-Washington carregando 5 mil kits que, segundo autoridades oficiais, dariam a Maryland a capacidade de fazer 500 mil novos testes . A Food and Drug Administration (F.D.A.) e outras agências deram seu selo de aprovação para os kits quando o avião estava pousando.

Nos últimos dias, sua esposa, Yumi Hogan, imigrante coreana, estava no telefone no meio da noite ajudando a garantir o acordo final com dois laboratórios para garantir a transação.

"Felizmente, temos uma aproximação muito forte com a Coréia", disse Hogan. "Mas não deveria ter sido tão difícil."

Até agora, Maryland realizou 71.577 testes para o vírus e quase 14 mil infecções foram registradas, um número que continua a aumentar . Mais de 500 pessoas já morreram no estado.

Vários fornecedores sul-coreanos foram contatados para os novos kits de teste e, finalmente, o estado fechou negócio com a LabGenomics.

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