Na itália houve uma queda de 40%
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Na itália houve uma queda de 40%

O número de imigrantes irregulares que chegaram na União Europeia em 2019 atingiu seu nível mais baixo desde 2013, de acordo com dados preliminares da Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira (Frontex).

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Segundo o órgão, "pouco mais de 139 mil" migrantes forçados concluíram a travessia, 6% a menos do que em 2018 e "92% a menos do que o recorde alcançado em 2015", quando mais de um milhão de pessoas chegaram à Europa. Os dados também revelam que a rota migratória do Mediterrâneo Central, entre o norte da África e o sul da Itália, registrou em 2019 14 mil entradas irregulares, sendo 41% menor do que o número atingido no ano anterior.

Já a rota do Mediterrâneo ocidental, por sua vez, recebeu 24 mil migrantes, cerca de 58% a menos do que em 2018. Na Itália, ocorreu uma queda mais acentuada, com uma redução de 41% nos desembarques em comparação ao ano anterior. Ao todo, 11.500 pessoas chegaram ao território italiano. De acordo com a Frontex, a maioria dos migrantes desembarcados irregularmente nas costas europeias são provenientes da Tunísia e do Sudão.

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Além disso, os dados coletados também mostram um número crescente de mulheres entre migrantes irregulares: nos primeiros 10 meses de 2019, cerca de 23% dos os migrantes eram mulheres, 4% a mais do que em 2018.

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