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Caso foi registrado nos EUA. Clínica de fertilização alegou que não houve erro e caso extraconjugal pode ter originado a gravidez da mãe da criança

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Pixabay/Creative Commons
Familiares só perceberam que criança não era branca quando ela completou dois anos

Um casal de  moradores da cidade de Nova Jérsei, nos Estados Unidos, processou uma clínica de fertilização in vitro após o bebê deles, que são brancos, nascer com traços asiáticos. 

Segundo o advogado da família, os pais da criança só começaram a perceber que a menina tinha traços orientais (que não foram especificados) quando ela completou dois anos de idade. 

Em defesa, o hospital afirmou que utilizou material genético do casal para realizar o procedimento e disse que, se a criança não for deles, "uma relação extraconjugal pode ter dado origem ao nascimento". 

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Agora, a polícia pediu que todos os doadores de espermas e as doadoras de óvulos asiáticos fossem contactados para realização de exames que possam comprovar a maternidade ou paternidade da criança. “Entre muitas outras razões, a menor de idade tem o direito de saber se ela está vulnerável a doenças genéticas”, afirmou o advogado da família, David Mazie, em entrevista ao canal norte-americano Fox News.

A menina, agora com seis anos de idade, continua sob guarda dos pais. “Ela continua sendo a filha dele. Eles a amam, a criaram por seis anos”, afirmou David.