Tamanho do texto

O executivo Carlos Ghosn está preso no Japão desde novembro de 2018

ex-presidente da Nissan
undefined
Carlos Ghosn renunciou ao conselho da Nissan em janeiro

Um tribunal de Tóquio anunciou neste domingo (14) a prorrogação do período de detenção do ex-presidente da Nissa, da Renault e da Mitsubishi, Carlos Ghosn por mais oito dias, em decorrência de novas acusações sobre má conduta financeira.

Leia mais:  Por precaução, bomba da 2ª Guerra Mundial é detonada em rio na Alemanha

Com a decisão, os procuradores terão até o próximo dia 22 de abril para apresentar uma denúncia formal contra o ex-presidente da Nissan ou libertá-lo.

Ghosn havia passado 108 dias na cadeia e sido libertado em 06 de março, mediante pagamento de fiança de 1 bilhão de ienes (aproximadamente R$ 33 milhões na cotação atual), mas acabou detido novamente no último dia 04 de abril, após mais uma acusação.

Segundo a nova denúncia, US$ 5 milhões (R$ 19 milhões) enviados por uma subsidiária da Nissan para uma distribuidora de veículos em Omã foram desviados para uma companhia controlada por Ghosn. Antes disso, ele já era acusado de ter subnotificado rendimentos e de ter transferido recursos ilegalmente para a Arábia Saudita.

Leia também:  Em carta, Bolsonaro afirma: "Querem me afastar dos amigos judeus"

O brasileiro ex-presidente da Nissan tem 65 anos alega inocência. No entanto, neste sábado (13), a Justiça rejeitou a apelação de seus advogados contra a prorrogação da prisão. Com isso, sua defesa terá que fazer um novo pedido de fiança.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.