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Após discutir com o filho por causa de pornografia, o homem cortou a mão do jovem com uma faca de açougueiro


Um homem foi preso após decepar a mão direita de seu filho porque “ele é viciado em assistir a pornografia no celular”. De acordo com o jornal Hindustan Times , o açougueiro Mohammad Qayyum Qureshi, de 45 anos, se entregou à polícia na última segunda-feira (5) na cidade de Hyderabad, na Índia.

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O pai justificou o crime dizendo que o ato foi consequência da desobediência da vítima de 18 anos, identificada como Mohammad Khalid Qureshi, que estava viciada em assistir a  pornografia no celular. Mesmo após diversas advertências da família, o adolescente não mudou seu comportamento.

Na manhã de domingo (4), o indiano viu o filho repetir as ações e tentou retirar o aparelho de suas mãos. O garoto resistiu, mordeu a mão do pai e saiu de casa dizendo que não voltaria mais. Contudo, no período da noite, ele retornou à residência quando todos estavam dormindo.

As cenas se repetiram no dia seguinte, quando o homem pegou uma de suas facas de açougueiro e decepou a mão direita de Khalid. “O pai foi indiciado pela sessão 307 do Código Penal Indiano (tentativa de homicídio) e levado em custódia”, disse P. Lakshmikanth Reddy, inspetor policial da região. “O filho foi levado às pressas para um hospital privado nos arredores”. Os médicos acreditam que não há chances de reparar os danos do incidente.

Filme pornô em outdoor

Em outro caso que envolveu prisões por causa de conteúdo pornográfico, a polícia da Indonésia prendeu, em 2016,  um homem que confessou transmitir um filme pornô em um outdoor de uma rodovia movimentada na capital Jacarta. 

O acusado, um técnico de informática de 24 anos, foi preso na empresa em que trabalhava, afirmou o policial Roberto Pasaribu. Em depoimento à polícia, o homem admitiu a ação e explicou ter visto o login e a senha do sistema que controla a transmissão sendo exibido no próprio painel no momento em que passava pela rodovia.

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O suspeito teria, então, tirado uma foto das informações e, quando voltou ao seu escritório, acessou o sistema da empresa responsável pela transmissão e começou a exibir o filme. O conteúdo de pornografia foi exibido por cinco minutos até que pessoas que estavam próximas cortaram a eletricidade do painel. Se condenado, o homem pode ter que cumprir uma pena de sete anos.

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