Trump acusa Obama de espionar telefones de seu escritório antes das eleições

A nova denúncia foi feita pelo mandatário pelo Twitter neste sábado, mas, não foi dada prova e nem foi apontada a fonte de tais informações. Veja mais
Foto: reprodução/ABC News
Até o momento, Obama não respondeu às acusações de seu sucessor Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump voltou a acusar Barack Obama: desta vez, o republicano afirmou que seu antecessor teria espionado os telefones da sede de seu império imobiliário, a Trump Tower, em Nova York, no mês de outubro do ano passado – ou seja, pouco antes das eleições do país.

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A nova denúncia foi feita pelo mandatário pelo Twitter neste sábado (4), mas, novamente, não foi dada nenhuma prova sobre a acusação, nem foi apontada a fonte de tais informações. Na mensagem, o presidente afirma: “acabei de descobrir que Obama interceptou as linhas da Tower  Trump pouco antes da vitória. Nada foi encontrado. Isso é Macarthismo”, escreveu, fazendo referência à perseguição contra comunistas nos Estados Unidos durante a Guerra Fria.


"Quão baixo foi Obama ao interceptar meus telefones durante o sagrado período eleitoral. Isso é Nixon/Watergate. Garoto mau (ou doente)!", acrescentou o presidente norte-americano, ressaltando que um "bom advogado" poderia fazer "um grande caso" se levasse esse episódio à Justiça.





Outra acusação do presidente

Na última terça-feira (28), o presidente norte-americano afirmou, em entrevista exclusiva à rede de TV “Fox News”, que acredita que o Barack Obama e seus assessores de confiança estejam por trás dos protestos e vazamentos de informações que têm "atormentado sua administração".

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Além disso, ele diz que não espera que isso termine tão logo, afirmando se “tratar de manobras políticas”.

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Até o momento, Obama não respondeu às acusações de seu sucessor Donald Trump. Em seu segundo mandato, o democrata ficou marcado pelas denúncias de espionagem contra a Agência de Segurança Nacional (NSA), que monitorou as comunicações de líderes do mundo todo, como a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e a então presidente do Brasil, Dilma Rousseff.

*Com informações da Ansa

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