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Vítimas de atentado neste sábado (17) em Kayseroi eram militares; entre os feridos estão 12 pessoas em "condições críticas", segundo ministro turco

De acordo com a imprensa turca, sete pessoas foram presas e cinco estão foragidas por suposta ligação com o ataque
Anadolu Agency
De acordo com a imprensa turca, sete pessoas foram presas e cinco estão foragidas por suposta ligação com o ataque

A explosão de um carro-bomba em frente a uma universidade em Kayseri, na Turquia, deixou ao menos 13 militares mortos e outros 56 feridos neste sábado (17). De acordo com o ministro do Interior turco, Suleyman Soylu, entre os feridos estão 12 pessoas recebendo tratamento intensivo e em "condições críticas".

A explosão do carro-bomba tinha como alvo um ônibus público e foi ativada por um suicida, conforme informações do governador local, Suleyman Kamci.

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A agência de notícias estatal Anadolu reportou que sete supostos envolvidos com o atentado já foram presos e outros cinco estariam foragidos.

A autoridade turca para a comunicação (Rtuk) impôs censura temporária ao atentado, proibindo fotos além das oficiais ou gravação de vídeos no local. Esse tipo de medida é adotado, geralmente, em ataques terroristas.

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, acusou o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) de estar por trás da ação.

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*Com informações da Ansa

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