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Entre a noite de sábado e manhã deste domingo, Bombeiros encontraram 15 corpos no edifício que recebia festa de música eletrônica quando fogo iniciou

Em 12 horas de trabalho, apenas 20% dos restos do local que ficou destruído pôde ser removido pelos Bombeiros
CBS/Reprodução
Em 12 horas de trabalho, apenas 20% dos restos do local que ficou destruído pôde ser removido pelos Bombeiros

O número de mortos em um incêndio que ocorreu na cidade norte-americana de Oakland, na Califórnia, aumentou para 30 na noite deste domingo (4). Entretanto, cerca de 80% do edifício que recebia uma festa de música eletrônica na noite de sexta-feira (2) ainda não foi vasculhado, informaram os Bombeiros pela manhã.

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A chefe do batalhão, Melinda Drayton, afirmou que o local está “desolador”. Ela disse que, em 12 horas de trabalho, apenas 20% dos restos do local que ficou destruído pôde ser removido.

Das 30 vítimas, 15 foram encontradas durante a madrugada e apenas três foram idenficadas por familiares.  A maior parte dos corpos retirados neste domingo estavam no centro do edifício, onde o teto caiu. Dezenas de pessoas continuam desaparecidas. Oficiais acreditam que entre 50 e 100 jovens estavam no local na hora em que o fogo começou.

Incêndio

Ainda não se sabe o que ocasionou o incêndio. As chamas podiam ser vistas a quilômetros de distância do local que também servia como residência para integrantes de um coletivo de artistas. Segundo oficiais, o edifício não tinha autorização para ser usado como moradia.

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Chefe do batalhão, Melinda Drayton afirmou que o local onde se encontravam entre 50 e 100 pessoas está “desolador”
CBS/Reprodução
Chefe do batalhão, Melinda Drayton afirmou que o local onde se encontravam entre 50 e 100 pessoas está “desolador”

Bombeiros informaram à rede CBS que não havia sistema anti-incêndio no local e o interior dificultava a saída das pessoas, o que pode ter agravado a situação. Além disso, o telhado caiu parcialmente.

“Estava muito quente, havia muita fumaça, precisei sair de lá”, afirmou Bob Mule, fotógrafo e artista que morava no prédio ao jornal local East Bay Times. “Eu senti, literalmente, a minha pele descascar e meus pulmões serem sufocados”, disse o homem que sofreu apenas pequenas queimaduras.

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A página do evento no Facebook se tornou um canal para que moradores da região enviassem condolências às famílias das vítimas. A rede social também está sendo usando para troca de informações sobre os desaparecidos no incêndio.

Chamas podiam ser vistas a quilômetros de distância do edifício que não tinha sistema anti-incêndio, segundo os oficiais
Twitter/ Oakland Firefighters/ Reprodução
Chamas podiam ser vistas a quilômetros de distância do edifício que não tinha sistema anti-incêndio, segundo os oficiais


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