Tamanho do texto

De acordo com a vítima, estupro teria ocorrido trinta minutos antes de entrar em trabalho de parto no hospital; casal estava junto há sete anos

Casal estava junto há sete anos e o suposto estupro teria ocorrido trinta minutos antes da vítima
Pixabay
Casal estava junto há sete anos e o suposto estupro teria ocorrido trinta minutos antes da vítima


Um homem acusado de estuprar a namorada que estava grávida momentos antes de ela dar à luz foi considerado inocente por um juiz na cidade de Lowgate, no Reino Unido, nesta sexta-feira (25).

LEIA MAIS:  "Pacote completo": mulher acha aranha e milhares de filhotes em caixa de correio

De acordo com o jornal britânico “The Mirror”, o casal estava junto há sete anos e o suposto estupro teria ocorrido trinta minutos antes da vítima entrar em trabalho de parto.

De acordo com a defesa, a mulher teria pedido para o homem parar de penetrá-la, além “deixar claro em todos os momentos que ela não queria transar”, afirma.

LEIA MAIS:  Estátua da Virgem Maria "chora sangue" e atrai fiéis no México

O homem de 40 anos, que não teve a identidade revelada, foi inocentado pelo júri. Ele nega as acusações, afirmando não se lembrar de ter feito sexo com a namorada naquele dia específico.

Mulheres fazem ato contra cultura do estupro no Rio de Janeiro
Thiago Bernardes/Framephoto/Estadão Conteúdo - 8.6.16
Mulheres fazem ato contra cultura do estupro no Rio de Janeiro


Dia Contra Violência

A data de 25 de novembro foi escolhida como Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher em 1981, durante o Primeiro Encontro Feminista da América Latina e Caribe, realizado na cidade de Bogotá.

Nesta sexta-feira (25), o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon pediu aos governos que invistam mais recursos para a erradicação da violência contra mulheres e meninas. “Chamo os governos a mostrar seu comprometimento ampliando drasticamente os gastos nacionais em todas as áreas relevantes, incluindo no apoio aos movimentos de mulheres e organizações da sociedade civil”, declarou.

Segundo Ban, a violência contra as mulheres e meninas impõe custos de ampla escala para famílias, comunidades e economias. “Quando não podem trabalhar como resultado da violência, o emprego delas pode ser colocado em risco, comprometendo sua renda, autonomia e capacidade de sair de relacionamentos abusivos”.

LEIA MAIS:  Na Argentina, 99% das mulheres afirmam já ter sofrido agressões de parceiros

“A violência contra as mulheres também resulta na perda de produtividade para as empresas, drenando recursos dos serviços sociais, dos sistemas judiciários e da saúde. A violência doméstica e cometida por parceiros íntimos permanece disseminada, o que é agravado pela impunidade.”

De acordo com Ban Ki-moon, o resultado desse cenário é um enorme sofrimento, assim como um impedimento para as mulheres exercerem seu total e legítimo papel na sociedade. “O mundo não pode se dar ao luxo de pagar esse preço. No entanto, essa violência persiste a cada dia. E os esforços para enfrentar esse desafio, apesar do amplo compromisso político, estão cronicamente subfinanciados”, declarou o secretário-geral da ONU.

* Com informações da Agência Brasil

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.