Tamanho do texto

Relatório revela que os armamentos vieram da Rússia e foram lançados por grupos pró-Moscou que dominavam parte da região leste da Ucrânia


Aeronave da Malaysia Airlines sobrevoava área de conflito entre Rússia e Ucrânia quando desapareceu do radar
Malaysia Airlines Boeing 777/Divulgação
Aeronave da Malaysia Airlines sobrevoava área de conflito entre Rússia e Ucrânia quando desapareceu do radar

Especialistas holandeses informaram nesta quarta-feira (28), após longa investigação, que o míssil responsável pela queda do voo MH17 da Malaysia Airlines, abatido em 17 de julho de 2014, foi disparado de uma área controlada por rebeldes ucranianos.

LEIA MAIS: Vídeo reconstrói momento em que voo MH17 foi 'abatido por míssil'

Segundo relatório dos investigadores, os armamentos teriam vindo da Rússia, aliada aos rebeldes, para onde teriam sido levados de volta após o episódio que causou comoção mundial. A queda do voo MH17 da Malaysia Airlines causou a morte de 298 pessoas, a maioria delas holandesas.

O avião sobrevoava a zona de conflito entre Rússia e Ucrânia quando desapareceu do radar. O governo ucraniano e outras autoridades ocidentais afirmam que o míssil foi trazido da Rússia e lançado pelos rebeldes pró-Moscou do país, que dominavam parte do leste da Ucrânia. Do outro lado, os russos rejeitam as acusações.

O relatório oficial conclui que a aeronave da Malaysia foi abatida por um míssil BUK, de fabricação russa.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.