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Pai de suspeita não identificada pela polícia francesa disse que a filha tinha a intenção de partir para a Síria; veículo foi abandonado em ponto turístico

Carro com explosivos foi encontrado em frente à catedral de Notre-Dame, um dos principais pontos turísticos de Paris
Twitter/Reprodução
Carro com explosivos foi encontrado em frente à catedral de Notre-Dame, um dos principais pontos turísticos de Paris


A Polícia da França prendeu nesta quinta-feira (8) a motorista de um carro com explosivos deixado perto da Catedral de Notre-Dame, em Paris, no último sábado (3).

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A operação policial ocorreu na cidade de Boussy-Saint-Antoine, nos arredores de Paris. O veículo, um Peugeot 607, continha seis botijões de gás, não estava emplacado e pertencia ao pai da vítima.

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Segundo o jornal britânico "The Guardian", o dono do carro estava na lista das pessoas monitoradas pelas autoridades francesas  por suspeita de radicalização religiosa. Em depoimento à polícia, ele declarou que sua filha havia se radicalizado e tinha intenções de partir para a Síria. 

Além dela, foram detidas outras duas mulheres. A polícia não deu detalhes sobre a identidade das suspeitas.

Presidente da França, François Hollande, não descartou a possibilidade de novos atentados e pediu a  união do país
Élysée/ Présidence de la République Française
Presidente da França, François Hollande, não descartou a possibilidade de novos atentados e pediu a união do país


Combate eficiente

O presidente da França, François Hollande, declarou nesta quinta-feira que diversas "tentativas" de atentados foram evitadas nos últimos meses pelas autoridades de segurança do país.

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Em pronunciamento sobre a democracia e o terrorismo realizado em Paris, Hollande não excluiu, no entanto, que sejam realizados novos ataques e pediu a união dos franceses. "Venceremos se estivermos unidos. A coesão é nossa maior proteção", acrescentou.

* Com informações da agência Ansa

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