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Fontes do Ministério da Defesa afirmaram que os ataques destruíram dois postos de comando e mataram mais de 150 militantes do grupo terrorista

Bombardeiros da Rússia atacaram o grupo terrorista Estado Islâmico na Síria a partir do aeroporto iraniano de Hamadã
Delil Souleiman/ Agence France Presse/ Estadão Conteúdo- 29.07.2016
Bombardeiros da Rússia atacaram o grupo terrorista Estado Islâmico na Síria a partir do aeroporto iraniano de Hamadã

Os militares da Rússia afirmaram nesta quarta-feira (17) que lançaram uma segunda rodada de ataques aéreos contra o Estado Islâmico na Síria a partir de uma base no oeste do Irã, estendendo-se uma nova fase na campanha aérea de Moscou em apoio ao presidente sírio, Bashar al-Assad.

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Ao todo, 34 bombardeiros partiram de uma base aérea em Hamedan, no Irã, para atacar alvos do Estado islâmico nas proximidades de Deir Ezzour, disse o Ministério de Defesa da Rússia.

Fontes do ministério afirmaram que os ataques destruíram dois postos de comando e mataram mais de 150 militantes, reivindicações que não puderam ser imediatamente verificadas de forma independente. Os bombardeiros foram escoltados por aviões Sukhoi Su-35 que estavam estacionados na base aérea da Rússia em Hmeimim, na Síria.

A notícia de que Moscou e Teerã têm intensificado uma coordenação militar, permitindo que aviões de guerra russos partam de bases no Irã, aumentou a preocupação em Washington.

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O porta-voz do Departamento de Estado, Mark Toner, disse na terça-feira que o uso da Rússia da base aérea iraniana é "infeliz, mas não surpreendente", acrescentando que ele pode violar uma resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas que proíbe o fornecimento, venda e transferência de aviões de combate para o Irã sem aprovação prévia do conselho.

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Uma fonte não identificada do Ministério de Relações Exteriores da Rússia disse à agência de notícias Interfax que a interpretação americana da resolução da ONU era "errada e intrigante". O texto da resolução não se aplica ao estacionamento de aeronaves russas no Irã, disse a fonte.

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