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Além de Alala Uddin Akongi, imigrante de Bangladesh que vivia nos EUA há dois anos, atirador também assassinou Thara Uddin, o assistente do imã

Imagem feita por fotógrafo amador mostra movimentação policial após atirador matar duas pessoas no Queens
Peter Gerber/Twitter/Reprodução
Imagem feita por fotógrafo amador mostra movimentação policial após atirador matar duas pessoas no Queens

Um líder religioso muçulmano e seu assistente foram assassinados por um atirador após celebrar as orações em uma mesquita localizada no distrito do Queens, em Nova York, na tarde deste sábado (13). 

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De acordo com a rede de notícias "CNN", o imã Alala Uddin Akongi, de 55 anos, caminhava de volta para casa ao lado de Thara Uddin na região de Ozone Park, conhecida pelo grande número de imigrantes de Bangladesh, quando foi baleado. Os dois foram atingidos na cabeça e chegaram a ser levados a um hospital antes de serem confirmados como mortos.

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De acordo com a polícia, imagens de câmeras de segurança mostram os dois homens virando em uma rua quando um terceiro chega por trás e atira em ambos. Em seguida, o atirador sai correndo com a arma nas mãos. O crime aconteceu a uma quadra de distância da Mesquita Al-Furqan Jame Masjid.

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A princípio, a investigação descartou indícios de crime de ódio. De acordo com o jornal inglês "The Daily Telegraph", no entanto, o líder religioso criticou publicamente o candidato republicano Donald Trump por promover a islamofobia em sua campanha para a Casa Branca. 

Alala Uddin Akongi era de Bangladesh e vivia nos EUA há dois anos.