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Grupo dissidente do Taleban reivindicou autoria do ataque; premiê paquistanês expressou "tristeza e angústia" pelo massacre em Quetta

Reprodução de vídeo mostra movimentação de equipes de resgate após ataque que deixou dezenas de mortos no hospital
Mirror/Reprodução
Reprodução de vídeo mostra movimentação de equipes de resgate após ataque que deixou dezenas de mortos no hospital

Ao menos 69 pessoas morreram em um ataque suicida ocorrido dentro de um hospital em Quetta, no Paquistão, nesta segunda-feira (8). Uma facção dissidente do Taleban reivindicou a a autoria do massacre. O premiê paquistanês, Nawaz Sharif, expressou "sua profunda tristeza e angústia pela perda de preciosas vidas humanas".

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De acordo com o jornal "Los Angeles Times", o porta-voz do grupo militante Jamaat-ul-Ahrar,  Ahsanullah Ahsan, disse em comunicado que seus homens mataram Bilal Kasi, um importante advogado da região. O grupo está por trás de vários atos de terrorismo no Paquistão nos últimos anos. 

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Pessoas que estavam no local descrevem cenas terríveis, como de pedaços de corpos, sangue e cacos de vidro espalhados pelas imediações do hospital e dezenas de pessoas chorando. O ataque foi o mais sangrento registrado neste ano na região do Baluquistão.

* Com informações do Estadão Conteúdo

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