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Líder norte americano reconheceu que a pressão feita pelo Ocidente contra o grupo terrorista provocou um aumento de ataques fora do Iraque e da Síria

Os EUA continuarão sua luta contra o grupo Estado Islâmico
MANDEL NGAN/AFP
Os EUA continuarão sua luta contra o grupo Estado Islâmico "agressivamente", prometeu o Barack Obama

O presidente dos Estados Unidos Barack Obama afirmou que o país vai continuar combatendo o Estado Islâmico " agressivamente em todas as frentes". O presidente americano concedeu um entrevista coletiva no Pentágono nessa quinta-feira (5).

O líder norte americano reconheceu que a pressão realizada pelo Ocidente contra o grupo terrorista Estado Islâmico provocou um grave aumento de ataques fora do Iraque e da Síria, nos Estados Unidos, na França e Turquia.

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Barack Obama também demonstrou estar preocupado com a ação do exército da Rússia em apoio ao governo sírio e afirmou ter pedido para que Moscou colabore com Washington para que uma saída para a crise seja encontrada o mais rápido possível.

Para combater terrorismo, Reino Unido terá mais policiais armados nas ruas

As ruas de Londres serão patrulhadas por mais policiais armados. A medida faz parte de uma série de ações tomadas pelo Reino Unido para garantir que os agentes de segurança pública estejam preparados para combater atos de terrorismo como os que foram realizados recentemente na Europa. A medida foi anunciada nessa quarta-feira (3).

A Scotland Yard afirmou que os policiais armados já estão prontos para atuar contra qualquer ação de terrorismo na capital. No Reino Unido, 90% dos policiais atuam sem armas, apenas algumas equipes possuem permissão de portar armas de fogo.

No total, 2.200 policiais atuam na capital. O país planeja ter mais 1.500 policiais com armas de fogo até o fim de 2017, mais de um quarto deles em cidades da região de Londres.

Paris vive em estado de emergência desde novembro

Desde novembro do ano passado, após os ataques ocorridos nas ruas de Paris, a França se encontra em estado de emergência, medida que dá ao governo o direito de suspender direitos e realizar ações excepcionais devido ao risco de novos atentados.

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O presidente francês, François Hollande, chegou a afirmar que não prorrogaria a medida, mas acabou voltando atrás depois de um homem – que assim como os terroristas de Paris era ligado ao Estado Islâmico – ter matado 84 pessoas atropeladas com um caminhão na orla da praia de Nice, no sul da França.

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